Publicado por: JotaAntunes | 16 agosto 2009

AOS EXCLUÍDOS da PL Nº 3213/2010 (PREVI/BANERJ) BRASIL COM (Z)?


Desabado de um trabalhador da PL Nº 3213/2010 (PREVI/BANERJ)


Os companheiros Sindicato e da Abanerj- simplesmente mudos e surdos.


Sou um bancário, concursado. Entendia de notas promissórias, juros, cobranças, matemática financeira, débito e credito.

Germinio Ribero Filho, Ronald Carvalhosa, Deputado Gilberto Palmares e outros membros de entidades sindicais – Foto: Jotaantunes

Se não vejamos;

BANERJ x PRIVATIZAÇÃO

O foco principal do Governo do Estado do Rio de Janeiro comandado pó FHC e Marcelo Alencar foi promover um “leilão” do BANERJ S/A, qual convencionou-se denominar “boa parte” e que deu origem ao banco do Estado do Rio de janeiro. O melhor lance foi oferecido pelo banco Itaú S/A. que acabou arrematar o BANERJ S.A pelo valor de 311.101.000,00 (trezentos e onze milhões e cento e um mil reais), deste pagamento foi efetivado com as chamadas “moedas podres”!
Em época que o mundo globalizado fala-se na mídia de China com evidência, o Banco Itaú realizou, com essa transação, verdadeiro “NEGÓCIO DA CHINA”.

Em decorrência do “êxito” com a chamada “parte boa”, o estado se viu contingenciado a dar solução à “parte boa” que se originou do esquartejamento do antigo banco do Estado do rio de janeiro. Assim é que, em janeiro de 2000, foi editada a Lei Nº 2.674 de 22/01/2000 autorizando a compor as obrigações PREVI-BANERJ e do BANERJ para os antigos empregados das empresas que integravam o Sistema BANERJ, no contexto de uma autorização mais ampla, qual seja a de adotar medidas necessárias à implantação do Programa de reestruturação e de Ajuste Fiscal a longo prazo, originando-se daí, o contrato de empréstimos de R$ 3.088.974.812,31 três bilhões, oitenta e oito milhões, novecentos e setenta e quatro mil, oitocentos e doze reais e trinta e um centavos).

Celebrou ainda com a Caixa Econômica Federal R$ 2.146.575,03 (dois bilhões, cento e quarenta e seis milhões e setenta e cinco mil, setecentos e dezessete reais e três centavos).

Para fazer a devida faxina contrataram por sua vez, o Banco Bozano Simonsen transformou-se no verdadeiro algoz dos funcionários do BANERJ; agências foram fechadas, 16 mil demissões em massa. Também não era para menos; a principal receita do Bozano Simonsen adivinha de percentual incidente o montante da redução de custos- obtida principalmente com o fechamento de agencias e a demissão de funcionários. Quanto maior fosse à redução de custos, maior era a receita do liquidante.

“A propósito, desse sombrio vivido pelos verdadeiros mártires é oportuno lembrar elucidativamente a matéria que foi divulgada matéria de capar de 17/06/1996, e na página 21, sob o título “BANERJ: UMA CORRIDA CONTRA O TEMPO”“ Senadores tem convocação extraordinária para aprovar empréstimo que pode viabilizar o leilão do BANERJ”. Como se vê, a única preocupação era leiloar o BANERJ. O patrimônio humano foi abandonado à própria sorte. O semblante dos funcionários era de desespero, indignação, perplexidade, abandono e desolação diante das incertezas quanto ao nosso futuro.

Amargamos com as procrastinações da LENTA JUSTIÇA DO TRABALHO com ação trabalhistas que se arrastam mesmo após o transitado em julgado do STT.

O Governo Socialista que sucedeu MARCELO ALENCAR ficaram calados, Garotinho, Benedita e Rosinha, jamais atenderam nossos pedidos de uma audiência.
Também, pudera o BANCO ITAÚ com esse “Negócio da China”, transformou-se na segunda maior potência financeira, perdendo somente no ranking para o BANCO DO BRASIL. Obteve como fiel escudeiro do GOVERNO ESTADUAL a benesse das arrecadações de tributos estaduais e ainda as contas de todos os funcionários públicos por tempo indeterminado. Uma vergonha.

Em contra partida, a justiça cega desde FHC trata de modo diferentes militares e anistiado: para uns, dinheiro e glória; para outros, opróbrio e contenção de despesas para outros.

Se Não vejamos,

Segundo informações de um oficial General da marinha do Brasil, casos intrigantes de pessoas que foram anistiados e promovidos ao Cargo de Contra Almirante, Capitão de Mar e Guerra, Fragata e Corveta. Pasmem um dos fatos narrados;

O Nobre anistiado foi aluno do segundo grau do Colégio naval. Afastado por ter sido do grêmio estudantil do colégio Pedro II, segundo alegou na sua defesa um Ex- Ministro do Supremo e hoje brilhante advogado. O anistiado foi promovido à patente de MAR E GUERRA, recebendo como prêmio 658, 000.00.
– BRASIL dos brasis.

E ainda,

Exemplo disso é a última lista de anistiados que vão receber indenização. Como noticiaram os jornais, a mais nova “vítima” da ditadura a merecer o prêmio — aliás, indenização — é o deputado Luciano Zica, do PT de São Paulo. Ele vai receber 1,2 milhão de reais, além de 9,4 mil reais por mês a título de aposentadoria. Além disso, tanto o deputado quanto os demais anistiados que foram beneficiados com pensões e indenizações não pagam imposto de renda desses valores.

No caso de Luciano Zica, ele foi demitido da Petrobrás no governo militar e a pensão mensal de 9,4 mil reais foi calculada com base no salário que, imagina-se, ele teria agora, se não tivesse sido perseguido. É como se a promoção funcional de um servidor fosse rigorosamente automática. Como observou a jornalista Dora Kramer, “o que não se sabe, porém, é se hoje seria deputado se não tivesse sido exonerado”.

Provavelmente, não. Entre as pessoas que foram beneficiadas com indenização ou pensões por terem lutado contra o regime militar, muitas, na verdade, já foram beneficiadas na vida por conta desse passado. Gozam de um reconhecimento público que, em muitas casos, resulta em um mandato eletivo, com um bom salário, como no caso do deputado petista.

Entretanto, a indústria da anistia não foi criada no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A farra das indenizações e pensões começou no governo Fernando Henrique Cardoso. Além de uma comissão federal, que cuida dos casos dos anistiados, vários Estados, inclusive Goiás, também estão indenizando pessoas que se dizem vítimas da ditadura. Ou seja, a indúsria da anistia já tem filiados em vários Estados brasileiros.

O que era para ser uma justa reparação a pessoas efetivamente prejudicadas pelo regime militar, hoje se tornou, sem dúvida alguma, um ramo de negócio. Todavia, em que pese o caráter abusivo das indenizações, não se vê nenhum empenho efetivo do governo em pôr um basta nessa farra que está sendo paga com o dinheiro do contribuinte. E o que é pior: num momento em que o pais arrocha o trabalhador com impostos e sucateia as Forças Armadas.

Além de embolsarem indenizações e pensões, os beneficiados ainda são tratados como heróis pela imprensa. Em contrapartida, as Forças Armadas têm sido transformadas em vilãs, como se viu no episódio das supostas fotos do jornalista Wladimir Herzog, morto em 25 de outubro de 1975, nas dependências do Doi-Codi, em São Paulo.

Sem dúvida, todos os atos de tortura e de assassinatos praticados pelo regime militar contra aqueles que estavam sob sua guarda na condição de prisioneiros são, indiscutivelmente, atos da mais inominável barbárie e merecem o repúdio de toda a nação. Todavia, as mortes cometidas por guerrilheiros em seus atentados também merecem o mais veemente repúdio da nação como verdadeiros atos terroristas, que vitimaram inocentes.

Infelizmente, tanto o governo Fernando Henrique quanto o governo Lula tratam a violência cometida pelo regime militar de um modo diferente daquela que foi cometida pelos guerrilheiros. E toda a imprensa nacional acaba corroborando essa atitude, na medida em que, mesmo se espantando com as indenizações, não contribui para desmitificar a esquerda armada brasileira, recolocando-a em seu verdadeiro papel — o de pessoas que enfrentavam o regime com bala na agulha e, assim como estavam dispostas a morrer, também estavam dispostas a matar.

É o que observa o filósofo Olavo de Carvalho, em artigo publicado no jornal O Globo, de sábado, 30. Concordando com o jornalista Milton Coelho da Graça que “anistia não é esquecimento”, Olavo de Carvalho sustenta: “A verdade histórica não deve ser sufocada sob o pretexto de não reabrir feridas. Apenas observo que é indecente querer reabrir só uma parte da verdade para encobrir as restantes sob o fulgor hipnótico de revelações unilaterais”.

Essa duplicidade do governo, tanto o anterior como o atual, acaba contribuindo para gerar problemas para o próprio governo, como a grande celeuma em torno das supostas fotos do jornalista Vladimir Herzog, publicadas pelo Correio Braziliense, mas que, na realidade, não eram dele.

É o que observa Dora Kramer em seu artigo: “Por trás das manifestações de insatisfação dos militares com a reabertura dos debates sobre a repressão política durante o regime autoritário reside uma crescente inquietação com os critérios e os valores das indenizações pagas aos perseguidos pela ditadura”.

Só para os anistiados da última lista, o contribuinte — e não o governo, frise-se — vai ter de pagar 47,7 milhões de reais para 76 pessoas, pagando para algumas delas mais de 1 milhão de reais. Como se vê, para a indústria da anistia, parece não haver superávit primário.

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Responses

  1. Antunes,
    Para o ze povinho, o bolsa-familia e outros beneficios do governo é tudo que queria:
    Faça as contas: 8 x 95,00 = 760,00 quase 160% do salario minimo(pq o cara vai trabalhar pelo salario minimo-faz filho e ainda faz biscate por fora), sem esquecer a ajuda de custo para o gas,etc. a média dos aposentados do INSS, com mais de 1 SM é de R$ 1.200,00 ( e olha que contribuiram com mais de 30/35 anos).
    Por essas e outras, que no norte e nordeste, os pais estão incentivando as filhas terem filhos cedo (13/14 anos). Talvez aqui esteja uma das grandes razões da prostituição infantil principalmente no nordeste.
    Por isto que muita gente está largando o emprego aqui e voltando para lá.

    Imagine quem ganha o salário minimo , more em Santa Cruz e trabalhe no Centro do RJ, vive para pagar a condução e ter carteira assinada para não passar por vagabundo e levar porrada da policia(por isto que todo trabalhador simples anda com a cart. profissional no bolso).
    Ai está um dos motivos das calçadas do centro da cidade se encherem de gente para dormir.

    Trabalhei um tempo na Av. Rio Branco, 485. Qdo saia tarde , quase que tinha que pular as pessoas que dormiam na calçada. Um dia perguntando aos Porteiros do Predio,se todos – grande quantidade – eram moradores de rua,eles disseram que não. Eram trabalhadores, que para evitar gastar muitas passagens(moravam muito,muito e muito longe), dormiam ali mesmo, só indo para a casa nos finais de semana.
    Ai veio a curiosidade, como jantam e tomam café da manhã? aonde iam qdo desejavam ir ao banheiro?
    Os porteiros falaram , que alguns restaurantes davam o que sobravam, mas com muita restrição, visto não serem processados por dar comida estragada. Outras vezes os trabalhadores faziam vaquinha e comiam alguma coisa pra comer.Prá ir ao banheiro, pediam aos porteiros e alguns restaurantes ou iam no MacDonald e outras lojas de fast food,enquanto estavam abertos.
    Em resumo, a idéia do Bolsa-Familia é boa, mas está sendo disvirtuada com fins politicos.
    como também outros subsidios para o MST,UNE,Sindicatos,Confederações de trabalhadores, etc.
    Por falar em Confederação de trabalhadores existe uma que contrata gente desempregada para fazer manifestações,piquetes, etc. E ainda ganham subvenção do governo federal.
    Já viu as instalações do SENAC,Senai,Sesc, ….Maior mordomia. A do SENAC da Barra e de deixar qq multinacional com inveja.
    Jorge Moreira


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