Publicado por: JotaAntunes | 15 fevereiro 2011

SALVE O POVO BRASILEIRO- Salve o carnaval do Rio de Janeiro


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Carnaval – A Festa da Carne

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PorAbelardo de Carvalho

O carnaval moderno tanto pode ter-se originado na Grécia, das festas dionisíacas, dos bacanais romanos, como das festas dos inocentes e dos doidos, na Idade Média. Em todos eles, o mesmo espírito, os mesmos traços: o uso de máscaras, danças sensuais e muita liberdade de expressão. No Brasil, ao longo do tempo, a festa do Rei Momo foi explorada de diversas maneiras. E logo se diferenciou dos carnavais europeus, pelo caráter irreverente do povo brasileiro, que o transformou num delírio coletivo. A partir de então, os blocos começaram a se formar, grupos de mascarados, utilizando-se principalmente do humor e da alegria para cantarem suas mazelas. Ainda hoje se pode assistir no Rio de janeiro ao bloco “Sovaco de Cristo”, e à famosíssima “Banda de Ipanema”. Belo Horizonte também está aqui representada pela divertida “Banda Mole”. O carnaval de rua é o mais popular dentre todos, sem regras fixas, desenvolveu-se principalmente no Recife, com seus folclóricos bonecos gigantes. Mas, hoje, se encontra refortalecido e modernizado em locais como Olinda, Salvador e cidades históricas mineiras. Embalados por trios elétricos, estão longe de se assemelharem aos carnavais das marchinhas, do princípio do século. Na década de 60 surgiram os salões, com seus bailes em clubes suntuosos e freqüentados somente pelas classes sociais de melhor poder aquisitivo. Resistem ainda, país afora, como podemos ver em bailes: “Vermelho e Preto” e “Scala Gay”, no Rio de Janeiro. “Ilha Porchart Club”, em São Paulo. E “Branco e Preto”, em Belo Horizonte, dentre tantos outros. Até 1846, as festas momescas, no Brasil, eram animadas por danças como a polca e as valsas. “O Abre-Alas” de Chiquinha Gonzaga, inaugurou a era das marchinhas brasileiras, que alimentavam os chamados Ranchos, embriões dos sambas enredo e Escolas de Samba, respectivamente. A explicação para alas das baianas ser quesito obrigatório em todos os desfiles, está no fato de que as escolas de samba carioca nasceram nos morros da cidade maravilhosa. Os escravos baianos que, após a Lei Áurea, desceram para o sudeste, invadiram a capital da República, Rio de Janeiro, mas foram literalmente expulsos para os morros. Ali, se instalaram, e logo compositores de alto nível como Donga, Cartola e Ismael Silva começaram a se destacar, chamando atenção para suas culturas. Além da ala das baianas, uma escola de samba é avaliada pelo seu conjunto, evolução e harmonia. É a partir do enredo que se cria o samba, as alegorias, os adereços de mão e as fantasias da comissão de frente, bateria, porta-bandeira e mestre-sala. Os Trabalhadores do CARNAVAL DO RIO DE JANEIRO Aderecistas Figuristas Desenhistas Escultores Costureiras Bordadeiras Carpinteiros Pintores Maquiadores Iluminadores Ferreiros Carnavalescos & Equipes de assistentes Historiadores Coreógrafos Compositores
Empregos diretos e indiretos- 50 mil

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