Publicado por: JotaAntunes | 12 outubro 2017

ATENÇÃO – Vem chegando o verão – Clínica Dra LEDA VILLAS BOAS


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Publicado por: JotaAntunes | 17 agosto 2017

Juliano Moreira: um psiquiatra negro frente ao racismo científico


Memória

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Juliano Moreira (1873-1933), baiano de Salvador, é frequentemente designado como fundador da disciplina psiquiátrica no Brasil. Sua biografia justifica tal eleição: mestiço (mulato), de família pobre, extremamente precoce, ingressou na Faculdade de Medicina da Bahia aos 13 anos, graduando-se aos 18 anos (1891), com a tese “Sífilis maligna precoce”. Cinco anos depois, era professor substituto da seção de doenças nervosas e mentais da mesma escola. De 1895 a 1902, freqüentou cursos sobre doenças mentais e visitou muitos asilos na Europa (Alemanha, Inglaterra, França, Itália e Escócia).1

De 1903 a 1930, no Rio de Janeiro, dirigiu o Hospício Nacional de Alienados. Neste, embora não fosse professor da Faculdade de Medicina do Rio, recebia internos para o ensino de psiquiatria. Aglutinou ao seu redor médicos que viriam a ser, eles também, organizadores ou fundadores na medicina brasileira, de diversas especialidades: neurologia, psiquiatria, clínica médica, patologia clínica, anatomia patológica, pediatria e medicina legal, tais como Afrânio Peixoto, Antonio Austragésilo, Franco da Rocha, Ulisses Viana, Henrique Roxo, Fernandes Figueira, Miguel Pereira, Gustavo Riedel e Heitor Carrilho, entre outros.2

Um aspecto marcante na obra de Juliano Moreira foi sua explícita discordância quanto à atribuição da degeneração do povo brasileiro à mestiçagem, especialmente a uma suposta contribuição negativa dos negros na miscigenação. A posição de Moreira era minoritária entre os médicos, na primeira década do século XX, época em que ele mais diretamente se referiu a esta divergência, polemizando com o médico maranhense Raimundo Nina Rodrigues (1862-1906). Também desafiava outro pressuposto comum à época, de que existiriam doenças mentais próprias dos climas tropicais.3,4

Convém ressaltar que a teoria da degenerescência nunca seria colocada em questão por Moreira, mas apenas os seus fatores causais. Para ele, na luta contra as degenerações nervosas e mentais, os inimigos a combater seriam o alcoolismo, a sífilis, as verminoses, as condições sanitárias e educacionais adversas, enfim; o trabalho de higienização mental dos povos, disse ele, não deveria ser afetado por “ridículos preconceitos de cores ou castas (…)”.4

Em seu discurso de posse, ao ser aprovado no concurso para professor da Faculdade de Medicina da Bahia, em maio de 1896, Moreira descreveu de forma tão elegante quanto contundente o que parece ser sua experiência pessoal com relação ao marcante preconceito de cor na sociedade brasileira de então. Endereçando-se “(…) a quem se arreceie de que a pigmentação seja nuvem capaz de marear o brilho desta faculdade (…)”, disse: “Subir sem outro bordão que não seja a abnegação ao trabalho, eis o que há de mais escabroso. (…) Em dias de mais luz e hombridade o embaçamento externo deixará de vir à linha de conta. Ver-se-á, então que só o vício, a subserviência e a ignorância são que tisnam a pasta humana quando a ela se misturam (…). A incúria e o desmazelo que petrificam (…) dão àquela massa humana aquele outro negror (…)”2 (págs.17-18).

Resumidamente, pode-se dizer que, de meados do século XIX até cerca de 1910, o país se definia prioritariamente pela raça, isto é, as discussões sobre o caráter nacional e o futuro da nação passavam pela solução dos problemas atribuídos à miscigenação do povo brasileiro. A partir da década de 1910, e especialmente após o fim da Primeira Guerra Mundial, o movimento pelo saneamento rural do Brasil ganhou força, e se deslocou o foco para a doença ou as doenças dos brasileiros. Um Brasil desconhecido seria revelado a partir de expedições de órgãos do governo, como as de Cândido Rondon, do Mato Grosso ao Amazonas, em 1907 e 1908, e as expedições científicas de Oswaldo Cruz. A famosíssima frase do médico Miguel Pereira, “O Brasil é um imenso hospital”, dita em 1916, marcou o início deste movimento. A exprobração à mestiçagem e ao nosso clima tropical cedeu lugar à condenação ao governo por abandonar as populações interioranas; seu atraso passou a ser atribuído ao isolamento geográfico e às infestações por doenças parasitárias, especialmente ancilostomose e doença de Chagas. Ao mesmo tempo, intensas campanhas sanitárias eram coordenadas por Oswaldo Cruz, contra a febre amarela e contra a varíola, doenças que espantavam muitos visitantes e imigrantes do Brasil. A doença tornou-se a chave para a identificação do Brasil, a higienização sua possibilidade de redenção.5 A ciência, mais especificamente a medicina, tendeu, então, a se auto-representar como norteadora do processo de definição da nacionalidade e da modernização do país.6

O contexto político e cultural de sua época deve ser considerado quando se analisa a obra e a atuação de Juliano Moreira. Ele alinhou-se às correntes que então representavam a modernização teórica da psiquiatria e da prática asilar. Demonstrou isto em sua filiação à escola psicopatológica alemã ¾ foi divulgador da obra de Kraepelin ¾ e nas mudanças que introduziu quando assumiu o Hospício Nacional de Alienados.

Como ele mesmo descreveu, foram estas as mudanças: instalação de laboratórios de anatomia patológica e de bioquímica no hospital; remodelação do corpo clínico, com entrada de psiquiatras/neurologistas e outros especialistas (de clínica médica, pediatria, oftalmologia, ginecologia e odontologia); a abolição do uso de coletes e camisas de força; a retirada de grades de ferro das janelas; a preocupação com a formação dos enfermeiros; o grande cuidado com os registros administrativos, estatísticos e clínicos, entre outros. Sua atuação institucional incluiu a organização da “Assistência aos Alienados”, mais tarde Serviço Nacional de Assistência aos Psicopatas, tendo redigido, em 1903, uma proposta de reforma do Hospício Nacional e insistido junto ao governo para a aprovação da legislação federal de assistência aos alienados, promulgada em 22/12/1903.7,8

Sua extensa obra escrita abrangeu várias áreas de interesse; inicialmente, publicou estudos nas áreas de sifiligrafia, dermatologia, infectologia e anatomia patológica. A seguir, concentrou-se cada vez mais nas doenças nervosas e mentais, em descrições clínicas e terapêuticas, escreveu sobre modelos assistenciais e sobre a legislação referente aos alienados, discutiu a nosografia psiquiátrica e estudou as histórias da medicina e da assistência psiquiátrica no Brasil. Tinha especial interesse pela então chamada “psiquiatria comparada”, ou seja, as manifestações das doenças mentais em culturas diversas, como atesta a sua correspondência com Emil Kraepelin.9

Seu espírito aberto e inquieto não ignorou a psicanálise; tendo domínio do alemão, conhecia as obras de Freud e tinha uma avaliação crítica delas. Numa resenha em que elogiou o livro de Franco da Rocha, “O pansexualismo na doutrina de Freud” (1920), referiu que a Sociedade Brasileira de Neurologia vinha promovendo palestras de divulgação da psicanálise e comentou, com sua ironia peculiar, que esta era pouco conhecida no país porque “No Brasil, em geral os colegas, em obediência à lei do menor esforço, aguardam que as idéias e as doutrinas passem primeiro pelo filtro francês para que nos dignemos a olhá-las contra a luz (…)”.10

Ao longo de toda sua vida, participou de muitos congressos médicos e representou o Brasil no exterior, na Europa e no Japão. Foi membro de diversas sociedades médicas e antropológicas internacionais; fundou, em colaboração com outros médicos, os periódicos Arquivos Brasileiros de Psiquiatria, Neurologia e Medicina Legal (1905), Arquivos Brasileiros de Medicina (1911) e Arquivos do Manicômio Judiciário do Rio de Janeiro (1930) e a Sociedade Brasileira de Psiquiatria, Neurologia e Medicina Legal (1907).

Finalizando, para melhor entender a atuação de Juliano Moreira deve-se recordar que, nas primeiras décadas do século XX, a medicina brasileira acreditava ser capaz de dirigir o processo de modernização e sanitarização do país. Assim também cria Juliano Moreira e sua atuação foi coerente com esta visão; para ele, o principal papel da psiquiatria estava na profilaxia, na promoção da higiene mental e da eugenia. Em que pese o caráter francamente intervencionista deste projeto médico, não se pode negar o brilhantismo, a coragem e a originalidade deste fundador da psiquiatria brasileira.

Ana Maria Galdini Raimundo Oda e Paulo Dalgalarrondo
Departamento de Psicologia Médica e Psiquiatria da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp

Referências

1. Carvalhal LA. Loucura e Sociedade: o pensamento de Juliano Moreira (1903-1930) [monografia de bacharelado em História]. Rio de Janeiro: Universidade Federal do Rio de Janeiro; 1997.

2. Passos A. Juliano Moreira (vida e obra). Rio de Janeiro: Livraria São José; 1975.

3. Moreira J, Peixoto A. Les maladies mentales dans le climats tropicaux. Arq Bras Psiquiatr Neurol Ciênc Afins 1906;II(1):222-41.

4. Moreira J. A luta contra as degenerações nervosas e mentais no Brasil (comunicação apresentada no Congresso Nacional dos Práticos). Brasil Médico 1922;II:225-6.

5. Lima NT, Hochman G. Condenado pela raça, absolvido pela medicina: o Brasil descoberto pelo movimento sanitarista da primeira república. In: Maio MC, Santos RV, organizadores. Raça, Ciência e Sociedade. Rio de Janeiro: Fiocruz; 1996. p.23-40.

6. Schwarcz LM. O espetáculo da miscigenação. In: O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil, 1870-1930. São Paulo: Companhia das Letras; 1993. p.11-22.

7. Moreira J. Notícia sobre a evolução da assistência a alienados no Brasil (1905b). Arq Bras Neuri Psiquiatr 1955; edição especial.

8. Arquivos do Manicômio Judiciário do Rio De Janeiro ¾ Professor Juliano Moreira. Arq do Manicômio Judiciário do Rio de Janeiro 1933;IV(1-2):3-20.

9. Dalgalarrondo P. Cartas de Juliano Moreira a Emil Kraepelin. In: Civilização e Loucura: Uma Introdução à História da Etnopsiquiatria. São Paulo: Lemos; 1996. p.117-24.

10. Moreira J. Resenha de O pansexualismo na doutrina de Freud, de Franco da Rocha. Brasil Médico 1920;XXIII (6):365-6.

Publicado por: JotaAntunes | 17 agosto 2017

Clínica Dra. Lêda Villas Bôas – INDICA !


Publicado por: JotaAntunes | 29 julho 2017

Clínica Dra. Lêda Villas Bôas – Apresenta : Beleza por favor


São solicitados os níveis hormonais em sangue, de estradiol, testosterona total e hormônio fsh como valoração inicial, e são repetidos quatro meses depois de haver implantado o pellet. De acordo com os níveis individuais e, principalmente, com a valoração estrita da sintomatologia da paciente, é decidido quando aplicar o outro pellet e continuar assim pelo tempo que a paciente decidir que já se sente bem. Isto pode durar entre dois a cinco anos. Ao oferecer um efeito antienvelhecimento, as pacientes respondem se sentindo muito bem, em especial a sua libido aumenta, elas têm uma melhor qualidade do sono, maior nível de energia, estabilidade no estado de ânimo, melhoria do sistema imunológico, diminuição das dores articulares, melhoria da pele, unhas e cabelo, e outros.

Quais requisitos são solicitados à paciente para poder lhe aplicar a terapia com hormônios bioidênticos?

História clínica completa e valoração hormonal completa.

Existem contraindicações para o uso de hormônios bioidênticos e são as mesmas da terapia hormonal habitual: histórico pessoal de câncer de mama ou uterino, histórico familiar com um ou mais familiares diretos com câncer de mama, histórico pessoal de tendência a coágulos no sangue, tromboflebite crônica, fibromas uterinos maiores de dois centímetros e endometriose ativa.

Pode ser aplicado este tratamento ou outro semelhante a homens com déficit de testosterona?

Existem estudos que demonstram resultados prometedores ao aplicar pellets de testosterona bioidêntica em homens, praticamente sem efeitos secundários.

Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética e palestrante nos mais importantes eventos do setor, a Dra. Lêda Villas Bôas formou-se na Universidade Federal de Pernambuco, em Recife, onde nasceu. Com especialização em Clínica Médica, a Dra. Lêda iniciou sua vida profissional na usina de cana-de-açúcar União Indústria, no município de Escada, a 63 km do Recife. Lá, ela estruturou o sistema de atendimento aos operários com base nas normas de Higiene e Medicina do Trabalho. Foi o primeiro dos muitos desafios da sua carreira.

SAÚDE PÚBLICA
O desafio seguinte da Dra. Lêda foi coordenar o programa de imunização contra a poliomelite na época em que era assistente do Secretário de Saúde de Pernambuco. Seu trabalho chamou a atenção da Fundação Serviços de Saúde Pública, que a convidou para coordenar um centro de treinamentos para médicos no Rio.

Clínica Dra. Lêda Villas Bôas – Rua Carlos Góis 375/103 – Leblon, Rio de Janeiro, Brasil
Telefones: (55 21) 2249-2696


Causou profunda comoção na sociedade paraibana e na sociedade pernambucana a notícia da morte do médico gastroenterologista Waldir Pedrosa de Amorim, que suicidou-se domingo, pulando de um edifício no Cabo Branco, em João Pessoa, onde residia. Considerado um dos mais conceituados e abalizados especialistas em gastro, casado e pai de filhos recém-formados em Medicina, Waldir Pedrosa era natural de Pernambuco mas atuou como professor adjunto de gastroenterologia na Universidade Federal da Paraíba, bem como na pesquisa, incentivo e especialização em hematologia. Pessoas próximas ao médico revelaram que ele se encontrava em quadro depressivo. A notícia foi divulgada pela colunista Hélia Botelho em seu site na internet, destacando o pesar de segmentos da sociedade com o infausto acontecimento.
Waldir Pedrosa de Amorim deixou, também, livros de poesia publicados, versando sobre a vida e o amor, com títulos como “O Avesso da Pele”, bem como “Poemas e Solilóquios”. A família não divulgou maiores informações ou esclarecimentos a respeito da morte de Waldir Pedrosa, mas várias pessoas que conviveram com ele externaram condolências em manifestações nas redes sociais, destacando a sua abnegação e dedicação ao sacerdócio da medicina, bem como ao aprofundamento de pesquisas na especialidade a que se dedicava.
Nonato Guedes

– See more at: https://osguedes.com.br/comocao-com-morte-do-medico-waldir-pedrosa-de-amorim/#sthash.vJEmmTt2.dpuf
No último domingo o médico e ex-professor universitário, Waldir Pedrosa Amorim de 68 anos faleceu ao cair do prédio em que vivia no bairro do Cabo Branco, em João Pessoa. Antes de falecer Waldir escreveu uma carta direcionada à delegada do idoso onde pedia uma maior atenção à casos envolvendo homens idosos e relatava toda sua experiência recente. Na carta é possível ver que o médico se encontrava atormentado pelo problema passava e incomodado com tratamento que vinha recebendo da justiça. Em alguns trechos de sua carta Waldir se descreve como um homem frágil, leia a carta completa abaixo:
Dra. MM. Vera Delegada do Idoso, defendam o idoso e filtrem a Delegacia da Mulher, que recebe casos sem filtro de toda a parte feminina. Sou vítima de um destes, minha consciência e rigidez, me fará pagar com a vida, com minha consciência, e com a idoneidade que sempre tive, assumi, adjunto ao profissionalismo diante da comunidade de toda a Paraíba e do Brasil. Foram longos anos de probidade e um legado humano e médico em favor dos meus clientes de qualquer parte.
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Tive filhos, ex-esposa e agregados em favor da ética . Esta TRADUZ-SE , nos meus filhos, ex-esposa e agregados.Nunca visamos o lucro de qualquer espécie, senão, tratar o ser humano como tal, com proficiência e integridade. Vejo-me diante de um quadro Kafkiano, as 1ªs prerrogativas de agressão à mulher, são falhas, no sentido de que; não agredi, defendi-me o quão levemente de uma ação coercitiva, da mulher Tatianne Mendes Lomonaco, com a qual tivera um relacionamento amoroso, fugaz, pois havia terminado.
Esta Tatianne que não desejava considerar-me namorado, mas, marido, união estável, o que lá lhe aprouvesse, desde o início . Não percebi a artimanha a bom tempo; senão, com o passar das rusgas e da minha fragilidade. Sim, nós homens, e especialmente idosos, somos frágeis e vulneráveis. Minha 1ª atitude frente a encher-me de “bens que não eram meus comuns ”foi devolver-lhe através de meu filho.
Passei por muitas provas confusas na relação. A 1ª foi de pensá-la como uma mulher desequilibrada, e constatar com sua dita psicoterapeuta, e esta dizer que há mais de um ano, não era sua terapeuta. Médicos preferem às vezes compreender situações antes de julga-las. Pensei na sua relação com um pai alcoolista e sua fixação em mim como indivíduo idealizado, por ter-me conhecido, sem que a percebesse, como o médico do seu ex-sogro, nominado e notável médico gineco-obstetra.
Foram-se anos, em que me assediava no consultório ou, através do aplicativo Messenger e outras incursões como; dizer que gostava de cravo (música renascentista) e deixar-me um DVD do filme Amadeus, sobre Mozart. Culminou com ir ao meu consultório e pedir-me para fazer sexo consigo no próprio consultório. Na minha vida de clinico, nunca assenti ceder ao assédio de pacientes e congeneres. Para mim uma questão ética.Mesmo ela, nunca havido sido minha paciente, mas, ex-esposa de um aluno meu, a quem o pai fora meu paciente numa difícil situação. Os assédios eletrônicos não pararam. Num determinado ano e dia de rompimento de minha relação conjugal, assenti em encontrar-me com ela num motel. Daí em diante, minha vida transtornou-se, com esta querendo considerar-se minha mulher.

Enchendo meu kit-net de roupas e utensílios. e eu os devolvendo como já referi. Me aprontou todas. Escândalos, quebra de objetos de arte, quebra de meu computador iMac, enterrar minhas chaves do carro num vaso de plantas, entre outras agressões verbais e físicas. Minha fragilidade humana, me fez suportar denúncias descabidas na delegacia da mulher, quando de fato, ela era o agente coator e provocador. Valendo-se de possuir tez muito branca e sensível a hematomas, me processou e fez análise de corpo de delito, como sendo eu o provocador e, vejam, alguns dias após o supostamente acontecido.
Nesta segunda vez (agora), graciosamente, ligou para a delegacia e fomos conduzidos à delegacia da mulher sem que qualquer fato ocorresse de minha parte – fato presenciado pelos policiais civis e por minha diarista: Cláudiana Firrmino da Silva, arrolada por mim como testemunha, mesmo sendo uma pessoa por ela indicada para o este ofício.
O que antes houvera de anormal fora discutir sobre um pacto pré- nupcial por escrito, já que falava mundos e fundos da sua riqueza e eu acostava-me em minha condição de aposentado, trabalhando dignamente para sobreviver, no único ofício que bem desempenho que é a medicina clínica.
Desde que a Delegacia da Mulher em seus legítimos preceitos, me impôs afastar-me do apartamento que aluguei e pago com meus parcos vencimentos, não comuniquei-me com a Tatianne; ao contrário venho recebendo constantes chamadas telefônicas e por WhatsApp. Venho recebendo mensagens provocativas de cunho sexual e outros. Acho-me no mínimo constrangido e desrespeitado, vítima de um golpe de uma mulher específica, contra o ser humano e idoso que sou, sem nunca haver tido um olhar e prática discriminativa contra a mulher, ou quem quer que seja em toda a minha vida.
Tenho 68 anos e farei 69 em novembro com muito orgulho, de ser uma pessoa pacata, sem antecedentes criminais e devotada em meu ofício de médico e professor de medicina, e especialmente aos meus clientes públicos ou privados, ao ser humano em sua integralidade.
Considero-me vítima de um golpe, que atenta contra a dignidade humana. Compareci a todos os julgamentos oriundos da primeira intimação.
Resisto e acuso a pessoa de Tatianne Mendes Lomonaco, por apossar-se de meus bens e moradia para tal fins, numa atitude peremptória de tirar proveito pessoal.
Minha vida não me pertence, mas, a responsabilizo diante de tudo o que desta restar, em termos de coerção, provocação e atos moral e psicologicamente ilícitos contra a minha pessoa.
Assim como, responsabilizo sua família, conivente com o mal-estar social que os seus agressores provocam em seus ditos e acatados “descontroles pessoais”. Mante-los distante ou a mercê de alguém, é além de um ato de desamor de irresponsabilidade. Tatianne Mendes Lomonaco, justificou-me as últimas agressões que me fez, por encontrar-se drogada.
Toda a sua família é consciente do fato e da pessoa que ela representa no plano psico-familiar e social.
Sua mãe e sua cunhada estiveram no meu apartamento e não são inocentes quanto a condição de Tatianne Mendes Lomonaco. Eu certamente fui o último a ter consciência e a iludir-me em ajudá-la. Talvez hoje eu perca a vida, mas que outros não a percam em suas fragilidades.
Waldir Pedrosa Dias de Amorim, João Pessoa 18/06/2017
OBS. Um parente da senhora Tatianne Mendes Loconaco entrou em contato com a reportagem do Polêmica Paraíba para adiantar que ela vai emitir uma nota rebatendo inverdades ditas pelo falecido em sua carta.
Fonte: Polêmica Paraíba e osguedes
Créditos: nonato guedes



Membro da Sociedade Brasileira de Medicina Estética e palestrante nos mais importantes eventos do setor, a Dra. Lêda Villas Bôas formou-se na Universidade Federal de Pernambuco, em Recife, onde nasceu. Com especialização em Clínica Médica, a Dra. Lêda iniciou sua vida profissional na usina de cana-de-açúcar União Indústria, no município de Escada, a 63 km do Recife. Lá, ela estruturou o sistema de atendimento aos operários com base nas normas de Higiene e Medicina do Trabalho. Foi o primeiro dos muitos desafios da sua carreira.

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O desafio seguinte da Dra. Lêda foi coordenar o programa de imunização contra a poliomelite na época em que era assistente do Secretário de Saúde de Pernambuco. Seu trabalho chamou a atenção da Fundação Serviços de Saúde Pública, que a convidou para coordenar um centro de treinamentos para médicos no Rio.

Publicado por: JotaAntunes | 1 fevereiro 2017

Clínica Dra. Lêda Villas Bôas


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Publicado por: JotaAntunes | 9 janeiro 2017

CARNAVAL 2017 Dra Leda Villas Boas indica >


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Publicado por: JotaAntunes | 24 novembro 2016

Dra. Lêda Villas Bôas INDICA II -Tratamento para mãos envelhecidas .


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Publicado por: JotaAntunes | 24 novembro 2016

Dra. Lêda Villas Bôas Indica :Para o verão 2016/1017


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